terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ademar Macedo (Mensagens Poéticas n. 417)

Por Do Sol Em João Pessoa/Pb- "Jurandy Do Sax" Toca Bolero De Ravel
Uma Trova Nacional

Tristeza, estresse, por que?
Tenha uma vida sadia!
- Participe da UBT,
faça uma Trova por dia.
–NEOLY VARGAS/RS–

Uma Trova Potiguar

Felicidade é somente
uma visita apressada
que aparece de repente
e parte sem dizer nada.
–APARÍCIO FERNANDES/RN–

Uma Trova Premiada

2009 - Algarve-Portugal
Tema: LIVRE - 2º Lugar.

Quem cultiva uma amizade
dentro do seu coração
pode morrer de saudade
mas nunca de solidão.
–OLYMPIO COUTINHO/MG–

Uma Trova de Ademar

É tão grande o seu sofrer
que ela busca na bebida
todo tipo de prazer
numa renúncia de vida...
–ADEMAR MACEDO/RN–

...E Suas Trovas Ficaram

Faço preces... Leio salmos...
E buscando a calma em Deus,
encontro em teus olhos calmos
a paz que falta nos meus!...
–ALOÍSIO ALVES DA COSTA/CE–

Simplesmente Poesia

Pra Não Dizer Que Não Falei das Dores.
–HELENICE PRIEDOLS/SP-

Que me perdoem
os vanguardistas e os moderninhos
Os punks e os góticos
Os downs e os undergrounds
Não tenho vocação
Nem pra rebeldia
nem pra depressão
Eu visto rosa e tomo sol
Não vejo novela nem tomo coca-cola
Dou comida a quem tem fome
Mas não alimento
a exploração das dores do mundo
Onde houver o bem
Não haverá lugar para o mal
Acredito na paz
E ainda tenho esperança no homem
Minha revolta é subliminar.

Estrofe do Dia

A cantoria é cultura
Espalhada nesse mundo
Educando em um segundo
Sem precisar formatura
O poeta tem candura
Fala da vida e da dor
Da tristeza e do amor
Das coisas do coração
Viola, verso e canção
São armas de um cantador.....
–HUGO ARAUJO/PE–

Soneto do Dia

De Volta aos Quintais.
–JOSÉ ANTONIO JACOB/MG–

Mesmo corrido o tempo guardo apreço
Aos meus passos cansados, desiguais,
Que sempre me levaram sem tropeço
Ao refúgio da infância nos quintais.

Nada mudou! De longe reconheço
A confraria alegre dos pardais
E as mesmas roupas claras nos varais:
- Nunca tirei dali meu endereço!

Apenas me ausentei de casa cedo,
Qual criança que se afasta do folguedo
Para mais tarde o aconchegar a si.

Eu sou esse menino arrependido
E quero o meu brinquedo envelhecido
Para brincar no tempo que perdi!

Fonte:
Textos e Imagem enviados pelo autor

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