sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Sandra Regina Moura* (O Processo de Investigação de Caco Barcellos como Ato Comunicativo)

*(UFPB/PUC-SP)

Quando pensamos na investigação jornalística de Caco Barcellos com tendência para a comunicação, faz-se necessário ressaltar que estamos lidando com conceitos explorados pela pesquisadora Cecília Almeida Salles, que, a partir da semiótica peirciana, olha para o processo de criação como um ato comunicativo.

Em termos peircianos, todo pensamento é dialógico na forma, seja externamente, ocorrendo entre duas pessoas ou mais, seja internamente, ocorrendo no próprio pensamento de uma pessoa. Cecília Almeida  Salles coloca a questão nos seguintes termos:

Cabe nos relembrar que essa recepção criativa do pensamento não é limitada, para Peirce , à presença de um  interlocutor externo. Pode se tratar de um diálogo que se dá na mente de um mesmo indvíduo — é o diálogo entre diferentes fases do ego de que Peirce fala — o interlocutor  é interno, é o próprio indivíduo.
Em sua fase de gestação, o pensamento do criador mostra ser dialógico. É o seu pensamento dialogando com diferentes fases do ego. É o escritor não como um individual  — seus  pensamentos são o que ele está dizendo a ele mesmo (inesperadamente e intrometidamente ele está, também dizendo aquele que observa seu processo criativo)
”(1990: 77).

A nossa proposta toma como base a ideia de que a investigação de Caco Barcellos surge  como diálogo do jornalista com ele mesmo, com seus pesquisadores, com seus amigos e com suas fontes de informação. Para estudo, tomamos como referência o livro de sua autoria, Rota 66, lançado em 1992.

Rota 66 é resultado de um trabalho investigativo em que o jornalista Caco Barcellos denuncia que a maioria das pessoas assassinadas por policiais militares, no período de abril de 1970 a junho de 1992, durante o patrulhamento no município de São Paulo, constitui-se de inocentes. A obra  desvenda os métodos de extermínio da PM, traça o perfil dos matadores e das vítimas e mostra as circunstâncias em que foram assassinadas. O balanço final revela que  a polícia mata mais jovem, negro ou pardo, migrante, principalmente da região Nordeste, e morador da periferia da cidade.

NO JORNALISMO:

Antes de adentramos no processo de investigação de Caco Barcellos, optamos por apontar a presença do ato comunicativo no processo de produção jornalística, mais especificamente na relação do jornalista com três dos principais processos de captação da informação: entrevista, fonte e pauta.

Nossa opção justifica-se tendo em vista que Caco Barcellos traz para a reportagem em livro, no caso Rota 66, esses três recursos de obtenção da informação jornalística.

Em linhas gerais, podemos dizer que está na própria natureza da entrevista a necessidade de ser compartilhada. Um dos seus objetivos é exatamente o da comunicação humana. Nesse sentido, evidenciamos que a relação do jornalista com as fontes de informação é um ato comunicativo, que se manifesta nas perguntas e respostas ou até mesmo  nas perguntas sem respostas, na busca da confiança recíproca, nas interferências, no gesto, no olhar e na atitude corporal.

Ao apontar a evolução do processo de captação da informação, no jornalismo, Cremilda Medina (1982) sugere que, mais do que extrair informações do entrevistado, o repórter deve estabelecer elos de confiança para que se instaure o diálogo de fato na entrevista. “É justamente neste ponto do processo jornalístico que se define uma situação comunicacional e não apenas, como insistem os teóricos, depois que o produto é veiculado e ocorre ou não a reação de feedback” (1982: 146).

Ao nosso ver, Medina  constata que o processo jornalístico se manifesta com uma tendência para a comunicação. Neste trajeto o jornalista já encontra-se imerso na rede comunicativa. A autora mostra, ainda, que “na feitura da reportagem existe uma situação comunicativa básica: as fontes de informação são parte da própria realidade e a relação do repórter com essa realidade pode se processar de forma dinâmica, interativa, ou estática, unilateral” (1982: 146).

No âmbito das preocupações do processo jornalístico, a pauta mantém relações estreitas com a entrevista e a fonte. Apresenta-se também como espaço de comunicação em que repórter, pauteiro, chefias, editorias e diretorias  se interagem sobre a feitura das edições jornalísticas. Clóvis Rossi (1988) atribuiu à pauta duas funções básicas: a de orientar repórteres para a cobertura jornalística e a de manter chefias e direção a par de tudo que está sendo planejado e executado pela redação.

A pauta concentra em si força determinante no processo comunicativo. Desde o momento em que é planejada, até a sua execução, ela é construída com tendência para a comunicação. A começar pelas chamadas reuniões de pauta, em que editores discutem os prováveis fatos a serem noticiados. Sem falar que ela poderá decorrer também de sugestões do repórter e do leitor.

Ronaldo Henn (1996) observa que, dependendo da estatura de cada redação, uma série de reuniões de menor porte são desenvolvidas nas editorias específicas, que poderão delinear novas pautas em função das pulsões do cotidiano ou mesmo da inadequação do que foi proposto inicialmente. O autor lembra, ainda, que, quando a edição entra em processo final de fechamento, nova reunião de pauta é realizada, com o intuito de se fazer um balanço do que foi apurado no decorrer do dia.

Inserindo o estudo de Ronaldo Henn na nossa discussão, podemos dizer que as observações do autor reforçam a ideia de que a pauta é um processo com tendência comunicativa. Nas rotinas dos periódicos e meios eletrônicos, a pauta funciona como uma espécie de elo entre repórteres, pauteiros, chefias e editores. Ela praticamente obriga os produtores do jornalismo a permanecerem ligados durante todo o dia. Motivados pela pauta, é comum encontrar nas redações editores indagando seus repórteres durante o processo de produção jornalística: “Conseguiu falar com o ministro?”, “Localizou o senador?”. E por aí vai.

A INVESTIGAÇÃO:

As formas de registro do processo investigativo de Caco Barcellos revelam a investigação como um percurso com tendência para a comunicação. Observando o  trajeto de Barcellos, flagramos instantes em que o jornalista dialoga com ele mesmo, com sua equipe de pesquisadores, com suas fontes de informação e com seus amigos.

Essas marcas da comunicação na questão processual, no caso de Caco Barcellos,  se manifestam, por exemplo, em uma das cartas localizada no emaranhado dos documentos que nos foi entregue para estudo. Nesta correspondência, que supomos, pelo teor,  tratar-se de um interlocutor da confiança do jornalista, há uma voz que elogia e comenta o estilo de Barcellos em Revolução das Crianças: sobre a revolução sandinista na Nicarágua, um livro anterior a  Rota 66.

Esta carta é um dos elementos que nos permite flagrar o incentivo que o jornalista recebeu dos amigos para a realização de Rota 66 e também permite revelar momentos de fragilidade do jornalista diante de seu objeto. “Não tenho certeza, mas acho que é Conrad quem diz que o objetivo de um escritor é fazer o leitor enxergar. Acho seu livro um bom exemplo disso. Há uma sinceridade, um compromisso, uma urgência, uma espécie de ‘febre’ humanista”, diz um dos trechos da correspondência referindo-se à Revolução das crianças. Logo a seguir, temos entre parênteses: “Lembrei-me de você falando que, às vezes, ficava desanimado para escrever Rota 66 por achar que isso só interessaria a você e tive vontade de te telefonar, em plena madrugada, para dizer que  você tem o compromisso moral de escrever este livro. Hoje eu tenho certeza que a tarefa do romancista contemporâneo é exatamente esta, colher pedaços de vida e dispôs-los no papel”. É o que diz a carta quando Barcellos ainda esboçava a idéia de escrever o seu segundo livro.

    Seguindo na linha do aspecto comunicativo, observamos que alguns amigos têm um papel fundamental no processo de Caco Barcellos. “Quando escrevi as primeiras linhas de Rota 66, enviei o texto para um amigo meu em Porto Alegre.   Ele leu e devolveu dizendo que gostou do texto”, revela o jornalista em depoimento à autora deste trabalho.

    Essa necessidade de uma  quase que “aprovação” dos seus leitores particulares, quando a obra encontra-se ainda em processo, pode ser apontada em outro momento do trajeto de Barcellos. Na fase de redação, são dadas sugestões pela editora e amiga Eliana Sá, a quem o jornalista confiou a sua obra. “Acabei não cortando nenhum dos textos dos processos. Achei que procedem e que, afinal de contas, um dos capítulos pode ser mais ‘preciso’. Fiz algumas pequenas mudanças e enxuguei algumas outras laudas. Veja o que você acha”. Em outra anotação, a mesma leitora acrescenta: “Caco, devolvendo já lido. Gostei. Veja algumas propostas de mudanças”.

PESQUISADORES:

Além dos amigos, identificamos também diálogos entre Caco Barcellos e seus pesquisadores. Nesse sentido, as fichas, criadas para armazenar informações sobre assassinatos divulgados pelo Notícias Populares, jornal diário de SP, envolvendo civis e policiais militares, desempenham um papel fundamental na investigação. Além de servirem para abrigar o resumo dos principais dados de cada caso, as fichas registram boa parte da comunicação travada pelo jornalista com seus colaboradores.

A ficha, criada  para dar praticidade a anotação dos dados principais de cada caso, traz informações sobre a vítima, como nome, idade, cor da pele, endereço, profissão, local e motivo da morte. Também armazena dados dos matadores, além dos nomes da delegacia da área do tiroteio e do delegado que escreveu o boletim de ocorrência.

No espaço destinado nas fichas às observações do pesquisador, há manifestação do aspecto comunicativo. São idéias registradas em anotações de Barcellos para os seus colaboradores e vice-versa. Nas fichas, do período de 1970 a 1979,  correspondente ao resumo das matérias do Notíciais Populares, em boa parte se localizam as expressões: “Investigar na ficha IML”, “Procurar na ficha IML” ou “Ver  ficha IML”. São termos utilizados por Barcellos para dar continuidade a investigação dos casos noticiados pelo jornal.

Um exemplo dessa comunicação entre Barcellos e seus colaboradores está na ficha datada de 10 de abril de 1979. No resumo dos dados, o pesquisador Sidnei Marques Silva escreve o nome e a idade de dois mortos, a partir das informações colhidas no NP. Na mesma ficha, Caco Barcellos faz a seguinte anotação: “Não consta IML? Checar”.

Os pesquisadores atuam como interlocutores. Sidney Silva mantém com Caco Barcellos o seguinte diálogo: “Hoje faz quatro meses que estou lendo esse jornal. Você já notou que não tem notícia de tiroteio com sobrevivente?”. Em outro momento, o pesquisador sugere: “Tiroteio na Penitenciária. Placar: 31 mortos. PM zero. Nenhum. Isso é um massacre, Caco Barcellos. Tem que ser denunciado”. São observações que oferecem rumo à investigação: “Mais um morto no meu bairro. Sempre negro ou pardo, está percebendo”, diz Sidnei em um outra anotação, chamando a atenção de Caco Barcellos para a hipótese de que a PM mata mais negro ou pardo.

FONTES:

Outro aspecto interessante, do ponto de vista processual, é a comunicação que Caco Barcellos estabelece com as fontes  de informação. Para o trabalho de identificação dos matadores e de suas vítimas, Barcellos tentou, durante anos, obter informações sobre o andamento de processos na Auditoria Militar de São Paulo. Os juízes negavam esses pedidos, alegando dificuldades na localização  dos processos porque o jornalista nem sempre tinha identificação dos envolvidos no crime.

Depois  que conseguiu identificar os principais matadores pelo banco de dados que criou no início da pesquisa, juntamente com sua equipe, Barcellos conseguiu obter no distribuidor criminal da Auditoria os números dos processos que desejava. Na documentação de Rota 66 que tivemos acesso, encontramos vários pedidos, por escrito,  em que Barcellos solicita ao órgão responsável bloco de folhas para requerer certidões no poder judiciário, alegando que o objetivo era a realização de uma longa pesquisa sobre antecedentes criminais para a sua empresa Pena Branca Produções de Vídeo.

No seu percurso, Barcellos se defronta com outros entraves burocráticos. De posse dos números obtidos no distribuidor criminal, o jornalista tentou consultar os processos nos cartórios da Justiça Militar. Em 1987, alguns juízes não permitiram. Cinco anos depois, o jornalista, em  pedido encaminhado ao juiz da primeira Auditoria, Paulo Antônio Prazak, solicita autorização para consultar os processos de sete policiais militares. Desta vez, alega que o objetivo da pesquisa é o levantamento de dados para a produção de futuros trabalhos jornalísticos.

    Entre os documentos submetidos à nossa análise, localizamos esta solicitação,  acompanhada da resposta do juiz, com data de 10.02.92.

“1 — D. O signatário a formular pedidos distintos para  cada qual dos processos aos quais serão juntados apresentando qual: filiação(...),incluindo seu(s) endereço(s)
2 — em conta dos objetivos, o signatário deverá responsabilizar-se, por eventuais lesões causadas, notadamente quanto ao que dispõe o artº 5º, inciso X da Constituição Federal, aliás expressamente referido pelo art. 220, parágrafo 1º da mesma Carta Magna”.

     A relação de Caco Barcellos com as suas fontes vem se revelando a todo momento tratar-se de um ato comunicativo. Deparamo-nos com um documento, datado de 24 de abril de 1992, dirigido ao Diretor do Instituto Médico Legal de São Paulo, em que Barcellos solicita autorização para Sidnei Marques Silva, da sua equipe de pesquisadores, prosseguir no levantamento de dados, junto ao fichário desta Instituição, para o complemento da pesquisa de sua autoria sobre “morte por causa violenta”. E esclarece: “Nesta parte do trabalho sua tarefa será a de conferir dados já obtidos. Portanto, poderá ser realizada num período aproximado de dez dias”.

Esse processo comunicacional entre jornalista-fonte é reforçado por um outro documento localizado no material que nos foi apresentado. Trata-se de um questionário encaminhado por Caco Barcellos a pessoas que perderam parentes, vítimas da violência na cidade de São Paulo. O documento, redigido em uma única folha, divide-se em dois tópicos: o primeiro, com cinco perguntas, refere-se à hipótese de a pessoa não ter recebido indenização pela morte do parente; o segundo, com seis indagações, destina-se aos casos de pessoas que não foram indenizadas.

Na comunicação com suas fontes, Barcellos esclarece o objetivo da sua pesquisa. “Meu interesse nesse trabalho é saber exatamente qual é o tamanho do seu drama. O seu caso já está registrado no nosso Banco de Dados. Mas ainda nos faltam algumas informações, que são fundamentais para conseguirmos melhores resultados nesse trabalho”.

Esse recurso comunicativo permeia todo o processo. Encontramos Caco Barcellos dialogando com ele mesmo. Seu caderno de anotações esboça algumas indicações desse momento dialógico. É o jornalista mergulhado na sua tarefa de conhecer melhor cada caso. “Checar caso Dirley e Hoffman (17 anos) Favela Heliópolis - Liga Martinez”. Em outra anotação: “Ir ao Paulistano”. Ou: “Nomes  PMs averiguar”.

Os trechos das anotações do jornalista, em seu caderno, revelam a preocupação constante de investigar cada vez mais os casos envolvendo crimes de policiais militares. Evidencia a necessidade de checagem das informações, o cuidado com a apuração dos assassinatos, a atenção a detalhes dos casos investigados e a busca por um aprofundamento dos fatos.

Em determinado momento, flagramos Barcellos numa conversa, na qual evidencia essas preocupações: “Fiz pesquisa no distribuidor criminal sobre alguns PMs”. Em outra folha do caderno, temos: “A fazer auditoria. Caso Pixote. Caso Zezinho. Caso Casa de Detenção”. De certo modo, os registros desses instantes vão deixando transparecer o método de investigação do jornalista.

Nas fichas do NP, também identificamos marcas dessa comunicação íntima. Nesse diálogo, Barcellos vai fazendo conexão com outros casos. Na ficha NP, datada de oito de abril de 1979, encontramos essa ligação. “Atenção Diadema - lembrei Lázaro”.

CONSIDERAÇÕES:

A intromissão no processo investigativo de Caco Barcellos permite apontar que a rede comunicativa se instaura no sentido de oferecer pistas à investigação, colaborar na apuração de dados e auxiliar o jornalista em suas decisões.

Com base no que foi analisado, até o momento, percebemos que esses documentos revelam as estratégias criadas por Caco Barcellos para ter acesso à informação. Como vimos, ora o jornalista justifica que os dados servirão para a realização de uma longa pesquisa sobre antecedentes criminais para a sua empresa Pena Branca Produções de Vídeo, ora o levantamento de dados destina-se à produção de futuros trabalhos jornalísticos. Uma terceira possibilidade apresentada é de que a pesquisa é sobre morte por causa violenta.

O mergulho no mundo processual do jornalista vai revelando, a cada documento, a complexidade do processo de investigação dos casos de Rota 66. Cada vez mais, nos deparamos com uma rede comunicativa, que vai revelando uma série de mediações entre o acontecimento e a investigação.

Como vimos, são mediações ancoradas nas fontes, na pauta, nos pesquisadores, nos amigos etc. Uma anotação de uma das pesquisadoras,  Luciana Burlamaqui, para Barcellos, após o cumprimento de uma das pautas preparadas pelo jornalista, exemplifica bem  esse desencadeamento de signos interpretantes que irá redundar em Rota 66. Vejamos o registro: “Procurei reproduzir a entrevista, dando as minhas impressões no que julguei mais importante, para tentar lhe passar qual a postura dele diante do caso 66 e de outros conceitos”. Vale lembrar que Burlamaqui refere-se à entrevista feita por ela com o sargento Antônio Sória, um dos envolvidos nos casos de assassinatos.

Eis outro trecho que registra as impressões de Burlamaqui:

Sobre o caso de Rota 66, ele não disse nada de muito revelador, acho que você sabe tudo. O mais interessante são as suas opiniões, o que pensa da polícia, bandidos e como se coloca no caso com a sua ‘falta de memória’ e o seu medo de falar. Achei o mais importante de tudo o fato dele não se arrepender de nada e que faria tudo novamente”.

         Tal constatação evidencia a complexidade do processo investigativo de Caco Barcellos. No caso citado acima, os acontecimentos (os assassinatos) já passam pela mediação de um signo produzido pela pauta (elaborada por Barcellos), pela fonte (no caso, o militar Antônio Soria), e pela repórter (encarregada de executar a entrevista, transcrevê-la e selecionar o que julga mais importante).

 BIBLIOGRAFIA

BARCELLOS, Caco. Rota 66: a história da polícia que mata. 18ª ed. São Paulo: Globo, 1993.
HENN, Ronaldo. Pauta e Notícia: uma abordagem semiótica. Canoas-RS: Ulbra, 1996.
MEDINA, Cremilda. Profissão jornalista: responsabilidade social. Rio de Janeiro: Forense, 1982.
________________. Entrevista: o diálogo possível. São Paulo: Ática, 1986.
ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo. São Paulo: Brasiliense, 1988.
SALLES, Cecília Almeida. Gesto inacabado: processo de criação artística. São Paulo: Annablume, 1998.
_____________________.Uma criação em processo, Ignácio de Loyola Brandão e Não Verás País nenhum. Tese de Doutorado apresentada na PUC de São Paulo, 1990.

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