A casa do (bicho) homem é eterno habitat inconsequente. Tantos e tantos vivem a vida a celebrar o bom viver. Trabalho, risos, espinhos, dores, otimismo, alacridade, sempre festejando a existência.
Antagonismos.
Outros tantos secularmente buscam conquistar o mundo material, e a gente não sabe onde querem chegar (nem eles !), mas não sossegam. São conflitos que vêm desde remotos tempos - alguns ou poucos, ou nenhuns, entendem por que existem.
Discórdias e contendas constantes. Para todo lado. A rosa-dos-ventos do planeta não tem paz, nem sossego. As hostilidades do ser humano têm a dita constância constante. Conflitos eternos pipocando num local, surgindo noutros, mostram que não temos calmaria. Raros remansos.
Nestas horas lembramos das Escrituras : "Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos perturbeis, porque forçoso é que assim aconteça. Mas ainda não é o fim ".
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Silmar Bohrer nasceu em Canela/RS em 1950, com sete anos foi para em Porto União-SC, com vinte anos, fixou-se em Caçador/SC. Aposentado da Caixa Econômica Federal há quinze anos, segue a missão do seu escrever, incentivando a leitura e a escrita em escolas, como também palestras em locais com envolvimento cultural. Criou o MAC - Movimento de Ação Cultural no oeste catarinense, movimentando autores de várias cidades como palestrantes e outras atividades culturais. Fundou a ACLA-Academia Caçadorense de Letras e Artes. Membro da Confraria dos Escritores de Joinville e Confraria Brasileira de Letras. Editou os livros: Vitrais Interiores (1999); Gamela de Versos (2004); Lampejos (2004); Mais Lampejos (2011); Sonetos (2006) e Trovas (2007).
Texto enviado pelo autor.
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