sábado, 28 de março de 2026

Silmar Bohrer (Croniquinha) 155


A casa do (bicho) homem é eterno habitat inconsequente.  Tantos e tantos vivem a vida a celebrar o bom viver.  Trabalho, risos, espinhos, dores, otimismo, alacridade, sempre festejando a existência. 

Antagonismos.

Outros tantos secularmente buscam conquistar o mundo material, e a gente não sabe onde querem chegar (nem eles !), mas não sossegam. São conflitos que vêm desde remotos tempos  - alguns ou poucos, ou nenhuns, entendem por que existem.

Discórdias e contendas constantes.  Para todo lado.  A rosa-dos-ventos do planeta não tem paz, nem sossego.  As hostilidades do ser humano têm a dita constância constante. Conflitos eternos pipocando num local, surgindo noutros, mostram que não temos calmaria.  Raros remansos. 

Nestas horas lembramos das Escrituras : "Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos perturbeis, porque forçoso é que assim aconteça. Mas ainda não é o fim ".
= = = = = = = = = = = = = = = = = = 
Silmar Bohrer nasceu em Canela/RS em 1950, com sete anos foi para em Porto União-SC, com vinte anos, fixou-se em Caçador/SC. Aposentado da Caixa Econômica Federal há quinze anos, segue a missão do seu escrever, incentivando a leitura e a escrita em escolas, como também palestras em locais com envolvimento cultural. Criou o MAC - Movimento de Ação Cultural no oeste catarinense, movimentando autores de várias cidades como palestrantes e outras atividades culturais. Fundou a ACLA-Academia Caçadorense de Letras e Artes. Membro da Confraria dos Escritores de Joinville e Confraria Brasileira de Letras. Editou os livros: Vitrais Interiores  (1999); Gamela de Versos (2004); Lampejos (2004); Mais Lampejos (2011); Sonetos (2006) e Trovas (2007).

Texto enviado pelo autor. 
Imagem criada com IA Microsoft Bing usando a foto do autor