
A morte
é como o amor:
a coisa mais comum, mais repetida.
A morte
é como a dor,
é como a Vida
Sempre que chega é "nova",
imprevista, estranha,
desconhecida,
e entretanto está sempre conosco
e sempre nos acompanha,
desde o primeiro hausto
de vida.
Apesar
de ser a coisa mais comum,
(prosaica, heróica, trágica, banal
ou bela)
nunca nos acostumamos a ela!
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Fonte:
JORGE, J.G. de Araújo. Cantiga do Só. 2. ed. 1968.
JORGE, J.G. de Araújo. Cantiga do Só. 2. ed. 1968.
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