Vai , querido Caboclinho,
Da voz forrada de arminho,
Fazer serestas, no céu...
Vai cantar nossa Aquarela,
Que lá no céu, da janela
Um anjo abrirá o véu...
As “gaivotas e “andorinhas”,
Que ouviam sempre, às tardinhas,
Seu canto de paz e amor,
Farão vôos de saudade,
Nessa tristeza que invade
Velhas tardes de esplendor.
“Marias” e “Florisbelas”,
em homenagens singelas,
jamais irão esquecer,
as noites febris de festas,
de iluminadas serestas,
com seu cantar de prazer!...
Uma saudade imortal,
Ficará, qual pedestal,
A sustentar seu violão...
No cantar de um seresteiro,
Neste Brasil, brasileiro,
Vibrará seu coração!
Do seu “palco iluminado”,
Agora triste, apagado,
As luzes, vamos retê-las...
Nesta triste despedida,
Chorando a sua partida,
Cantaremos “Chão de Estrelas”!…
Da voz forrada de arminho,
Fazer serestas, no céu...
Vai cantar nossa Aquarela,
Que lá no céu, da janela
Um anjo abrirá o véu...
As “gaivotas e “andorinhas”,
Que ouviam sempre, às tardinhas,
Seu canto de paz e amor,
Farão vôos de saudade,
Nessa tristeza que invade
Velhas tardes de esplendor.
“Marias” e “Florisbelas”,
em homenagens singelas,
jamais irão esquecer,
as noites febris de festas,
de iluminadas serestas,
com seu cantar de prazer!...
Uma saudade imortal,
Ficará, qual pedestal,
A sustentar seu violão...
No cantar de um seresteiro,
Neste Brasil, brasileiro,
Vibrará seu coração!
Do seu “palco iluminado”,
Agora triste, apagado,
As luzes, vamos retê-las...
Nesta triste despedida,
Chorando a sua partida,
Cantaremos “Chão de Estrelas”!…
Fonte:
Poema enviado pelo autor
Nenhum comentário:
Postar um comentário