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sábado, 22 de agosto de 2026

domingo, 16 de agosto de 2026

Interlúdio * 20 *



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LUCÍLIA ALZIRA TRINDADE DECARLI é uma das mais respeitadas poetisas e trovadoras do estado do Paraná, amplamente reconhecida pelo seu domínio técnico e dedicação às formas poéticas clássicas. Nasceu em Bandeirantes (PR), em 1939. Diferente de muitos escritores que migram para os grandes centros urbanos, Lucília manteve suas raízes fincadas em sua terra natal, onde fixou residência e desenvolveu toda a sua trajetória de vida, familiar e artística. Na vida profissional, Lucília dedicou-se à educação. Atuou como professora por 34 anos antes de se aposentar. Sua carreira no magistério foi fundamental para moldar seu profundo vínculo com a Língua Portuguesa e com a formação cultural e literária de gerações de estudantes paranaenses. 
Sua vida literária é marcada pelo ativismo cultural na defesa da poesia clássica, com destaque especial para a trova e o soneto. Lucília é uma das principais lideranças do movimento trovadoresco do Sul do país.
Membra-fundadora da Academia de Letras, Ciências e Artes de Bandeirantes, membra da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos. Atuou historicamente como dirigente da UBT – Seção Bandeirantes, onde exerceu os cargos de Vice-Presidente de Cultura e Presidente, sendo responsável atualmente pela organização de concursos literários e Jogos Florais nacionais e internacionais na região.
Lucília acumulou dezenas de premiações de prestígio em concursos por todo o Brasil. Sua produção literária está eternizada em livros de antologias poéticas, coletâneas da Academia Bandeirantense (ALCAB) e e-books especializados de concursos literários por todo o país. Textos marcantes de sua autoria integram livros e coletâneas como os Jogos Florais de Bandeirantes e os livros oficiais da UBT. Sua identidade poética se traduz em versos profundos sobre o tempo, a saudade e a vida,
A relevância dela para a literatura nacional reside na preservação e descentralização da cultura literária. Em um país onde a literatura de destaque frequentemente se concentra nas capitais, Lucília transformou a cidade de Bandeirantes, no interior do Paraná, em um polo pulsante da trova nacional. Ao liderar a UBT e a ALCAB, ela garantiu que a tradição lírica herdada de nomes como Luiz Otávio continuasse viva, conectando poetas de todas as regiões do Brasil a concursos promovidos no interior do Paraná. Sua contribuição é a de uma guardiã da técnica poética e da sensibilidade, provando que a alta literatura brasileira também se faz com dedicação comunitária e paixão pelas palavras.

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Interlúdio * 19 *



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    LUCÍLIA ALZIRA TRINDADE DECARLI é uma das mais respeitadas poetisas e trovadoras do estado do Paraná, amplamente reconhecida pelo seu domínio técnico e dedicação às formas poéticas clássicas. Nasceu em Bandeirantes (PR), em 1939. Diferente de muitos escritores que migram para os grandes centros urbanos, Lucília manteve suas raízes fincadas em sua terra natal, onde fixou residência e desenvolveu toda a sua trajetória de vida, familiar e artística. Na vida profissional, Lucília dedicou-se à educação. Atuou como professora por 34 anos antes de se aposentar. Sua carreira no magistério foi fundamental para moldar seu profundo vínculo com a Língua Portuguesa e com a formação cultural e literária de gerações de estudantes paranaenses. 
Sua vida literária é marcada pelo ativismo cultural na defesa da poesia clássica, com destaque especial para a trova e o soneto. Lucília é uma das principais lideranças do movimento trovadoresco do Sul do país.
Membra-fundadora da Academia de Letras, Ciências e Artes de Bandeirantes, membra da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos. Atuou historicamente como dirigente da Seção Bandeirantes, da UBT, onde exerceu os cargos de Vice-Presidente de Cultura e Presidente, sendo responsável atualmente pela organização de concursos literários e Jogos Florais nacionais e internacionais na região.
Lucília acumulou dezenas de premiações de prestígio em concursos por todo o Brasil. Sua produção literária está eternizada em livros de antologias poéticas, coletâneas da Academia Bandeirantense (ALCAB) e e-books especializados de concursos literários por todo o país. Textos marcantes de sua autoria integram livros e coletâneas como os Jogos Florais de Bandeirantes. Sua identidade poética se traduz em versos profundos sobre o tempo, a saudade e a vida,
A relevância dela para a literatura nacional reside na preservação e descentralização da cultura literária. Em um país onde a literatura de destaque frequentemente se concentra nas capitais, Lucília transformou a cidade de Bandeirantes, no interior do Paraná, em um polo pulsante da trova nacional. Ao liderar a ALCAB e a UBT, ela garantiu que a tradição lírica herdada de nomes como Luiz Otávio continuasse viva, conectando poetas de todas as regiões do Brasil a concursos promovidos no interior do Paraná. Sua contribuição é a de uma guardiã da técnica poética e da sensibilidade, provando que a alta literatura brasileira também se faz com dedicação comunitária e paixão pelas palavras.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Interlúdio * 18 *


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LUCÍLIA ALZIRA TRINDADE DECARLI é uma das mais respeitadas poetisas e trovadoras do estado do Paraná, amplamente reconhecida pelo seu domínio técnico e dedicação às formas poéticas clássicas. Nasceu em Bandeirantes (PR), em 1939. Diferente de muitos escritores que migram para os grandes centros urbanos, Lucília manteve suas raízes fincadas em sua terra natal, onde fixou residência e desenvolveu toda a sua trajetória de vida, familiar e artística. Na vida profissional, Lucília dedicou-se à educação. Atuou como professora por 34 anos antes de se aposentar. Sua carreira no magistério foi fundamental para moldar seu profundo vínculo com a Língua Portuguesa e com a formação cultural e literária de gerações de estudantes paranaenses. 
Sua vida literária é marcada pelo ativismo cultural na defesa da poesia clássica, com destaque especial para a trova e o soneto. Lucília é uma das principais lideranças do movimento trovadoresco do Sul do país.
Membra-fundadora da Academia de Letras, Ciências e Artes de Bandeirantes, membra da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos. Atuou historicamente como dirigente da Seção Bandeirantes de entidade trovadoresca, onde exerceu os cargos de Vice-Presidente de Cultura e Presidente, sendo responsável atualmente pela organização de concursos literários e Jogos Florais nacionais e internacionais na região.
Lucília acumulou dezenas de premiações de prestígio em concursos por todo o Brasil. Sua produção literária está eternizada em livros de antologias poéticas, coletâneas da Academia Bandeirantense (ALCAB) e e-books especializados de concursos literários por todo o país. Textos marcantes de sua autoria integram livros e coletâneas como os Jogos Florais de Bandeirantes. Sua identidade poética se traduz em versos profundos sobre o tempo, a saudade e a vida,
A relevância dela para a literatura nacional reside na preservação e descentralização da cultura literária. Em um país onde a literatura de destaque frequentemente se concentra nas capitais, Lucília transformou a cidade de Bandeirantes, no interior do Paraná, em um polo pulsante da trova nacional. Ao liderar a ALCAB e a entidade brasileira de trovas, ela garantiu que a tradição lírica herdada de nomes como Luiz Otávio continuasse viva, conectando poetas de todas as regiões do Brasil a concursos promovidos no interior do Paraná. Sua contribuição é a de uma guardiã da técnica poética e da sensibilidade, provando que a alta literatura brasileira também se faz com dedicação comunitária e paixão pelas palavras.

domingo, 9 de agosto de 2026

Interlúdio * 17 *


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    LUCÍLIA ALZIRA TRINDADE DECARLI é uma das mais respeitadas poetisas e trovadoras do estado do Paraná, amplamente reconhecida pelo seu domínio técnico e dedicação às formas poéticas clássicas. Nasceu em Bandeirantes (PR), em 1939. Diferente de muitos escritores que migram para os grandes centros urbanos, Lucília manteve suas raízes fincadas em sua terra natal, onde fixou residência e desenvolveu toda a sua trajetória de vida, familiar e artística. Na vida profissional, Lucília dedicou-se à educação. Atuou como professora por 34 anos antes de se aposentar. Sua carreira no magistério foi fundamental para moldar seu profundo vínculo com a Língua Portuguesa e com a formação cultural e literária de gerações de estudantes paranaenses. 
Sua vida literária é marcada pelo ativismo cultural na defesa da poesia clássica, com destaque especial para a trova e o soneto. Lucília é uma das principais lideranças do movimento trovadoresco do Sul do país.
Membra-fundadora da Academia de Letras, Ciências e Artes de Bandeirantes, membra da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos. Atuou historicamente como dirigente da UBT – Seção Bandeirantes, onde exerceu os cargos de Vice-Presidente de Cultura e Presidente, sendo responsável atualmente pela organização de concursos literários e Jogos Florais nacionais e internacionais na região.
Lucília acumulou dezenas de premiações de prestígio em concursos por todo o Brasil. Sua produção literária está eternizada em livros de antologias poéticas, coletâneas da Academia Bandeirantense (ALCAB) e e-books especializados de concursos literários por todo o país. Textos marcantes de sua autoria integram livros e coletâneas como os Jogos Florais de Bandeirantes e os livros oficiais da UBT. Sua identidade poética se traduz em versos profundos sobre o tempo, a saudade e a vida,
A relevância dela para a literatura nacional reside na preservação e descentralização da cultura literária. Em um país onde a literatura de destaque frequentemente se concentra nas capitais, Lucília transformou a cidade de Bandeirantes, no interior do Paraná, em um polo pulsante da trova nacional. Ao liderar a UBT e a ALCAB, ela garantiu que a tradição lírica herdada de nomes como Luiz Otávio continuasse viva, conectando poetas de todas as regiões do Brasil a concursos promovidos no interior do Paraná. Sua contribuição é a de uma guardiã da técnica poética e da sensibilidade, provando que a alta literatura brasileira também se faz com dedicação comunitária e paixão pelas palavras.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Interlúdio * 14 *

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        OLYMPIO DA CRUZ SIMÕES COUTINHO é um renomado jornalista e poeta mineiro, amplamente reconhecido no meio cultural como um dos grandes nomes da trova no Brasil. Nasceu 1940, na cidade de Ubá/MG Passou a infância e a juventude em sua cidade natal. Em 1962, mudou-se para Belo Horizonte, capital mineira, onde fixou residência e se radicou. Formou-se em Jornalismo em 1965. Iniciou imediatamente sua carreira na imprensa e na comunicação. Atuou em importantes jornais mineiros da época, incluindo a edição estadual do Última Hora, o Folha de Minas e o Jornal de Minas.
Descobriu sua vocação poética muito cedo e começou a compor trovas em 1958, aos 18 anos de idade. Durante a adolescência e juventude, manteve intensa correspondência literária com os grandes pioneiros do movimento trovadoresco e criadores dos Jogos Florais no Brasil, como Luiz Otávio, J. G. de Araújo Jorge, Aparício Fernandes. É membro histórico e ativo da seção de Belo Horizonte (UBT/BH), integrou a diretoria oficial exercendo o cargo de Vice-Presidente de Cultura e Relações Públicas. Ao longo de suas décadas de dedicação à poesia, conquistou diversas classificações e premiações em concursos nacionais e internacionais, como
Prêmios em certames oficiais de trovas no Brasil e em Portugal ainda na juventude, Destaques e Menções Honrosas em renomados Jogos Florais e concursos da UBT por todo o país, como em Ribeirão Preto, Nova Friburgo, Santos, Taubaté, Bandeirantes, Caicó, Cambuci e Natal. Eleito para o seleto grupo de Mestres Trovadores da Literatura.
Livros Publicados: Festival de Trovas (1966); Um Punhado de Trovas e outros Escritos (2015).
A relevância de Olympio Coutinho reside no fato de ele ser considerado um remanescente da "era de ouro" da trova no Brasil. Ele atuou diretamente como uma ponte viva entre a geração que fundou o movimento no século XX e os novos poetas contemporâneos. Sua dedicação em preservar a trova e sua liderança cultural ajudam a manter viva uma das manifestações poéticas mais tradicionais e populares da Língua Portuguesa.

sábado, 1 de agosto de 2026

Interlúdio * 13 *


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OLYMPIO DA CRUZ SIMÕES COUTINHO é um renomado jornalista e poeta mineiro, amplamente reconhecido no meio cultural como um dos grandes nomes da trova no Brasil. Nasceu 1940, na cidade de Ubá/MG Passou a infância e a juventude em sua cidade natal. Em 1962, mudou-se para Belo Horizonte, capital mineira, onde fixou residência e se radicou. Formou-se em Jornalismo em 1965. Iniciou imediatamente sua carreira na imprensa e na comunicação. Atuou em importantes jornais mineiros da época, incluindo a edição estadual do Última Hora, o Folha de Minas e o Jornal de Minas.
Descobriu sua vocação poética muito cedo e começou a compor trovas em 1958, aos 18 anos de idade. Durante a adolescência e juventude, manteve intensa correspondência literária com os grandes pioneiros do movimento trovadoresco e criadores dos Jogos Florais no Brasil, como Luiz Otávio, J. G. de Araújo Jorge, Aparício Fernandes. É membro histórico e ativo da seção de Belo Horizonte (UBT/BH), integrou a diretoria oficial exercendo o cargo de Vice-Presidente de Cultura e Relações Públicas. Ao longo de suas décadas de dedicação à poesia, conquistou diversas classificações e premiações em concursos nacionais e internacionais, como
Prêmios em certames oficiais de trovas no Brasil e em Portugal ainda na juventude, Destaques e Menções Honrosas em renomados Jogos Florais e concursos da UBT por todo o país, como em Ribeirão Preto, Nova Friburgo, Santos, Taubaté, Bandeirantes, Caicó, Cambuci e Natal. Eleito para o seleto grupo de Mestres Trovadores da Literatura.
Livros Publicados: Festival de Trovas (1966); Um Punhado de Trovas e outros Escritos (2015).
A relevância de Olympio Coutinho reside no fato de ele ser considerado um remanescente da "era de ouro" da trova no Brasil. Ele atuou diretamente como uma ponte viva entre a geração que fundou o movimento no século XX e os novos poetas contemporâneos. Sua dedicação em preservar a trova e sua liderança cultural ajudam a manter viva uma das manifestações poéticas mais tradicionais e populares da Língua Portuguesa.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Interlúdio * 12 *


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JERSON LIMA DE BRITO é um dos principais expoentes contemporâneos da poesia clássica, do soneto e da trova na Região Norte do Brasil, amplamente reconhecido por sua maestria técnica e dedicação à preservação das formas poéticas tradicionais. Nasceu em Porto Velho, no estado de Rondônia, em 1973. Sempre residiu em sua cidade natal, filho de José Brito e Maria Ducevalda. Graduou-se em Administração e em Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. Atua desde 1996 como servidor público federal, exercendo o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), em Rondônia.
Teve o primeiro contato com a poesia métrica na infância por meio dos folhetos de cordel que seu pai comprava. Consolidou-se na fase adulta como um exímio sonetista, trovador e cordelista, dedicando-se rigorosamente à rima, à métrica e ao lirismo clássico. É uma liderança ativa no movimento da trova nacional, atuando como Delegado da UBT na capital rondoniense. É um autor muito ativo na plataforma literária [Recanto das Letras], onde compartilha milhares de composições. Membro fundador da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos (ABSC), integrante ativo do Fórum do Soneto. Acumula dezenas de premiações de destaque em certames de Sonetos e Trovas pelo Brasil. Embora o autor concentre grande parte de seu acervo em coletâneas nacionais da trova, antologias poéticas e portfólios digitais de longo alcance, ele possui mais de 2.000 textos publicados na web focados na difusão da trova e do cordel.
A relevância de Jerson Lima de Brito reside em descentralizar a poesia clássica, provando que a tradição do soneto rígido e da trova rimada pulsa com força fora do eixo literário do Sudeste. Como delegado da trova e membro da ABSC, ele atua diretamente na formação de novos leitores e escritores na Amazônia Ocidental. Ele resgata a herança cultural do cordel nordestino trazida por seus antepassados e a funde com a identidade rondoniense, mantendo viva a riqueza da poesia metrificada na literatura contemporânea do Brasil.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Interlúdio * 11 *



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JERSON LIMA DE BRITO é um dos principais expoentes contemporâneos da poesia clássica, do soneto e da trova na Região Norte do Brasil, amplamente reconhecido por sua maestria técnica e dedicação à preservação das formas poéticas tradicionais. Nasceu em Porto Velho, no estado de Rondônia, em 1973. Sempre residiu em sua cidade natal, filho de José Brito e Maria Ducevalda. Graduou-se em Administração e em Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. Atua desde 1996 como servidor público federal, exercendo o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), em Rondônia.
Teve o primeiro contato com a poesia métrica na infância por meio dos folhetos de cordel que seu pai comprava. Consolidou-se na fase adulta como um exímio sonetista, trovador e cordelista, dedicando-se rigorosamente à rima, à métrica e ao lirismo clássico. É uma liderança ativa no movimento da trova nacional, atuando como Delegado da UBT na capital rondoniense. É um autor muito ativo na plataforma literária [Recanto das Letras], onde compartilha milhares de composições. Membro fundador da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos (ABSC), integrante ativo do Fórum do Soneto. Acumula dezenas de premiações de destaque em certames de Sonetos e Trovas pelo Brasil. Embora o autor concentre grande parte de seu acervo em coletâneas nacionais da trova, antologias poéticas e portfólios digitais de longo alcance, ele possui mais de 2.000 textos publicados na web focados na difusão da trova e do cordel.
A relevância de Jerson Lima de Brito reside em descentralizar a poesia clássica, provando que a tradição do soneto rígido e da trova rimada pulsa com força fora do eixo literário do Sudeste. Como delegado da trova e membro da ABSC, ele atua diretamente na formação de novos leitores e escritores na Amazônia Ocidental. Ele resgata a herança cultural do cordel nordestino trazida por seus antepassados e a funde com a identidade rondoniense, mantendo viva a riqueza da poesia metrificada na literatura contemporânea do Brasil.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Interlúdio * 10 *



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JERSON LIMA DE BRITO é um dos principais expoentes contemporâneos da poesia clássica, do soneto e da trova na Região Norte do Brasil, amplamente reconhecido por sua maestria técnica e dedicação à preservação das formas poéticas tradicionais. Nasceu em Porto Velho, no estado de Rondônia, em 1973. Sempre residiu em sua cidade natal, filho de José Brito e Maria Ducevalda. Graduou-se em Administração e em Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. Atua desde 1996 como servidor público federal, exercendo o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), em Rondônia.
Teve o primeiro contato com a poesia métrica na infância por meio dos folhetos de cordel que seu pai comprava. Consolidou-se na fase adulta como um exímio sonetista, trovador e cordelista, dedicando-se rigorosamente à rima, à métrica e ao lirismo clássico. É uma liderança ativa no movimento da trova nacional, atuando como Delegado da UBT na capital rondoniense. É um autor muito ativo na plataforma literária [Recanto das Letras], onde compartilha milhares de composições. Membro fundador da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos (ABSC), integrante ativo do Fórum do Soneto. Acumula dezenas de premiações de destaque em certames de Sonetos e Trovas pelo Brasil. Embora o autor concentre grande parte de seu acervo em coletâneas nacionais da trova, antologias poéticas e portfólios digitais de longo alcance, ele possui mais de 2.000 textos publicados na web focados na difusão da trova e do cordel.
A relevância de Jerson Lima de Brito reside em descentralizar a poesia clássica, provando que a tradição do soneto rígido e da trova rimada pulsa com força fora do eixo literário do Sudeste. Como delegado da trova e membro da ABSC, ele atua diretamente na formação de novos leitores e escritores na Amazônia Ocidental. Ele resgata a herança cultural do cordel nordestino trazida por seus antepassados e a funde com a identidade rondoniense, mantendo viva a riqueza da poesia metrificada na literatura contemporânea do Brasil.

domingo, 19 de julho de 2026

Interlúdio * 9 *

 

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JERSON LIMA DE BRITO é um dos principais expoentes contemporâneos da poesia clássica, do soneto e da trova na Região Norte do Brasil, amplamente reconhecido por sua maestria técnica e dedicação à preservação das formas poéticas tradicionais. Nasceu em Porto Velho, no estado de Rondônia, em 1973. Sempre residiu em sua cidade natal, filho de José Brito e Maria Ducevalda. Graduou-se em Administração e em Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia. Atua desde 1996 como servidor público federal, exercendo o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), em Rondônia.
Teve o primeiro contato com a poesia métrica na infância por meio dos folhetos de cordel que seu pai comprava. Consolidou-se na fase adulta como um exímio sonetista, trovador e cordelista, dedicando-se rigorosamente à rima, à métrica e ao lirismo clássico. É uma liderança ativa no movimento da trova nacional, atuando como Delegado da UBT na capital rondoniense. É um autor muito ativo na plataforma literária [Recanto das Letras], onde compartilha milhares de composições. Membro fundador da Academia Brasileira de Sonetistas Clássicos (ABSC), integrante ativo do Fórum do Soneto. Acumula dezenas de premiações de destaque em certames de Sonetos e Trovas pelo Brasil. Embora o autor concentre grande parte de seu acervo em coletâneas nacionais da trova, antologias poéticas e portfólios digitais de longo alcance, ele possui mais de 2.000 textos publicados na web focados na difusão da trova e do cordel.
A relevância de Jerson Lima de Brito reside em descentralizar a poesia clássica, provando que a tradição do soneto rígido e da trova rimada pulsa com força fora do eixo literário do Sudeste. Como delegado da trova e membro da ABSC, ele atua diretamente na formação de novos leitores e escritores na Amazônia Ocidental. Ele resgata a herança cultural do cordel nordestino trazida por seus antepassados e a funde com a identidade rondoniense, mantendo viva a riqueza da poesia metrificada na literatura contemporânea do Brasil.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Interlúdio * 7 *



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ANTÔNIO AUGUSTO DE ASSIS, carinhosamente conhecido em todo o país como A. A. de Assis, é o grande patriarca das letras em Maringá e uma das maiores referências do movimento trovadoresco no Brasil. Fluminense de nascimento (nascido em São Fidélis em 1933), ele chegou ao Norte do Paraná em janeiro de 1955. Tornou-se o cronista visual, espiritual e poético do crescimento da "Cidade Canção". Ao chegar na poeirenta Maringá dos anos 1950, trabalhou inicialmente gerenciando uma loja de autopeças de seu irmão. Foi um dos pilares da imprensa escrita local. Atuou como jornalista, redator e diretor em veículos históricos como O Jornal de Maringá (o pioneiro da cidade), Tribuna de Maringá, Folha do Norte do Paraná (criado por Dom Jaime Luiz Coelho), além das revistas Aqui e Novo Paraná. Formou-se em Letras e construiu uma sólida carreira docente. Foi professor do Departamento de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM) por décadas, aposentando-se das salas de aula em 1997.
A. A. de Assis é considerado o "remanescente brilhante" da escola tradicional da trova brasileira. Sua inserção na literatura maringaense é mítica: Em 1959, ele publicou a coletânea de poemas intitulada Robson (sob o pseudônimo homônimo). Esta obra detém o marco histórico absoluto de ser o primeiro livro impresso e publicado na história de Maringá. Sua contribuição mais famosa para a cultura religiosa e literária nacional foi a criação da Missa em Trovas. Trata-se de uma composição litúrgica inteiramente estruturada sob a forma poética de trovas, muito cantada e celebrada em paróquias do Brasil. Algumas obras publicadas:  Robson (1959 - Poemas); Itinerário (Poemas); Caderno de Trovas e Tábua de Trovas; A. A. de Assis – Vida, Verso e Prosa (Sua obra autobiográfica).
A importância de sua obra de estreia, Robson, é tão imensa para a identidade local que o livro foi oficialmente tombado como Patrimônio Histórico Imaterial do Município de Maringá. Poucos escritores no Brasil receberam essa honraria em vida sobre uma publicação literária. Em tempos de versos livres, A. A. de Assis manteve acesa a chama da trova clássica, caracterizada pelo lirismo profundo encaixado perfeitamente na métrica rígida da redondilha maior (sete sílabas). Suas composições servem de modelo técnico para novos poetas de todo o país. Suas crônicas jornalísticas e literárias registram a transformação de Maringá de um vilarejo cercado por poeira vermelha e cafezais para a metrópole moderna atual. Ele deu estridência literária à memória dos pioneiros.

domingo, 12 de julho de 2026

Interlúdio * 6 *

 

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ANTÔNIO AUGUSTO DE ASSIS, carinhosamente conhecido em todo o país como A. A. de Assis, é o grande patriarca das letras em Maringá e uma das maiores referências do movimento trovadoresco no Brasil. Fluminense de nascimento (nascido em São Fidélis em 1933), ele chegou ao Norte do Paraná em janeiro de 1955. Tornou-se o cronista visual, espiritual e poético do crescimento da "Cidade Canção". Ao chegar na poeirenta Maringá dos anos 1950, trabalhou inicialmente gerenciando uma loja de autopeças de seu irmão. Foi um dos pilares da imprensa escrita local. Atuou como jornalista, redator e diretor em veículos históricos como O Jornal de Maringá (o pioneiro da cidade), Tribuna de Maringá, Folha do Norte do Paraná (criado por Dom Jaime Luiz Coelho), além das revistas Aqui e Novo Paraná. Formou-se em Letras e construiu uma sólida carreira docente. Foi professor do Departamento de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM) por décadas, aposentando-se das salas de aula em 1997.
A. A. de Assis é considerado o "remanescente brilhante" da escola tradicional da trova brasileira. Sua inserção na literatura maringaense é mítica: Em 1959, ele publicou a coletânea de poemas intitulada Robson (sob o pseudônimo homônimo). Esta obra detém o marco histórico absoluto de ser o primeiro livro impresso e publicado na história de Maringá. Sua contribuição mais famosa para a cultura religiosa e literária nacional foi a criação da Missa em Trovas. Trata-se de uma composição litúrgica inteiramente estruturada sob a forma poética de trovas, muito cantada e celebrada em paróquias do Brasil. Algumas obras publicadas:  Robson (1959 - Poemas); Itinerário (Poemas); Caderno de Trovas e Tábua de Trovas; A. A. de Assis – Vida, Verso e Prosa (Sua obra autobiográfica).
A importância de sua obra de estreia, Robson, é tão imensa para a identidade local que o livro foi oficialmente tombado como Patrimônio Histórico Imaterial do Município de Maringá. Poucos escritores no Brasil receberam essa honraria em vida sobre uma publicação literária. Em tempos de versos livres, A. A. de Assis manteve acesa a chama da trova clássica, caracterizada pelo lirismo profundo encaixado perfeitamente na métrica rígida da redondilha maior (sete sílabas). Suas composições servem de modelo técnico para novos poetas de todo o país. Suas crônicas jornalísticas e literárias registram a transformação de Maringá de um vilarejo cercado por poeira vermelha e cafezais para a metrópole moderna atual. Ele deu estridência literária à memória dos pioneiros.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Interlúdio * 5 *

 

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ANTÔNIO AUGUSTO DE ASSIS, carinhosamente conhecido em todo o país como A. A. de Assis, é o grande patriarca das letras em Maringá e uma das maiores referências do movimento trovadoresco no Brasil. Fluminense de nascimento (nascido em São Fidélis em 1933), ele chegou ao Norte do Paraná em janeiro de 1955. Tornou-se o cronista visual, espiritual e poético do crescimento da "Cidade Canção". Ao chegar na poeirenta Maringá dos anos 1950, trabalhou inicialmente gerenciando uma loja de autopeças de seu irmão. Foi um dos pilares da imprensa escrita local. Atuou como jornalista, redator e diretor em veículos históricos como O Jornal de Maringá (o pioneiro da cidade), Tribuna de Maringá, Folha do Norte do Paraná (criado por Dom Jaime Luiz Coelho), além das revistas Aqui e Novo Paraná. Formou-se em Letras e construiu uma sólida carreira docente. Foi professor do Departamento de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM) por décadas, aposentando-se das salas de aula em 1997.

A. A. de Assis é considerado o "remanescente brilhante" da escola tradicional da trova brasileira. Sua inserção na literatura maringaense é mítica: Em 1959, ele publicou a coletânea de poemas intitulada Robson (sob o pseudônimo homônimo). Esta obra detém o marco histórico absoluto de ser o primeiro livro impresso e publicado na história de Maringá. Sua contribuição mais famosa para a cultura religiosa e literária nacional foi a criação da Missa em Trovas. Trata-se de uma composição litúrgica inteiramente estruturada sob a forma poética de trovas, muito cantada e celebrada em paróquias do Brasil. Algumas obras publicadas:  Robson (1959 - Poemas); Itinerário (Poemas); Caderno de Trovas e Tábua de Trovas; A. A. de Assis – Vida, Verso e Prosa (Sua obra autobiográfica).

A importância de sua obra de estreia, Robson, é tão imensa para a identidade local que o livro foi oficialmente tombado como Patrimônio Histórico Imaterial do Município de Maringá. Poucos escritores no Brasil receberam essa honraria em vida sobre uma publicação literária. Em tempos de versos livres, A. A. de Assis manteve acesa a chama da trova clássica, caracterizada pelo lirismo profundo encaixado perfeitamente na métrica rígida da redondilha maior (sete sílabas). Suas composições servem de modelo técnico para novos poetas de todo o país. Suas crônicas jornalísticas e literárias registram a transformação de Maringá de um vilarejo cercado por poeira vermelha e cafezais para a metrópole moderna atual. Ele deu estridência literária à memória dos pioneiros.