Contos de Fadas e Fábulas, não são estórinhas escritas somente para crianças, pois as mensagens condensadas nesse tipo de literatura nos fazem refletir sobre assuntos, sombrios, tais como: inveja, falsos amores, ambição e aparências.
No conto a Bela e a Fera, escrito pela francesa Gabrielle-Suzanne Barbot e publicado pela primeira vez em 1740, traz a temática da aparência. Um lindo e nobre príncipe que se achava superior às outras pessoas, negou abrigo a uma senhora maltrapilha e feia que lhe ofereceu uma rosa em troca de ajuda. A velha, sentindo–se humilhada transformou-se numa linda e jovem feiticeira. Ao vislumbrar a beleza da bruxa, o jovem pede perdão, mas o arrependimento é tardio: ela o transformou numa fera horrenda, a qual as pessoas teriam medo e repulsa.
O que a feiticeira fez foi exteriorizar o interior do rapaz, que na verdade, não era belo, pois seus sentimentos não tinham nobreza. Ele era vaidoso, egoísta e fútil.
Bela, a personagem que divide a protagonista do enredo, pede ao seu pai, que parte em viagem, que lhe traga uma rosa. Passando pelo castelo, seu pai apanha a rosa e é preso pela Fera. Ao descobrir a situação de seu paizinho, ela decide libertá-lo, ficando em seu lugar.
A Fera se apaixona por Bela e, com o passar do tempo, a própria Bela começa a perceber que a Fera podia ter um bom coração. Desfecho: eles se apaixonam e, ao descobrir o amor, a Fera transforma-se num lindo príncipe. Agora belo por dentro e por fora.
Esse conto nos convida a refletir sobre o “TER e o “SER”. Muitas pessoas não se dão conta de que há uma diferença enorme em ter e ser... Ter, se refere às coisas materiais, que podem, a qualquer momento, serem arrastados pelo vento. Ser, é algo muito mais fundamentado, se refere às coisas inegociáveis: saúde, amor, amizade, alegria, fé...
De nada vale ter dinheiro, imóveis, fazer viagens, quando não se aproveita ou valoriza as verdadeiras belezas da vida. A existência é tão grandiosa, que temos por obrigação, todas as manhãs, levantar, olhar para o céu e agradecer pela oportunidade de estarmos vivos e de vivermos num mundo cheio de belezas.
A beleza e a riqueza são coisas que nascem dentro da gente e não podem ser compradas ou comparadas às coisas perecíveis.
Todos nós somos um pouco Bela e um pouco Fera, mas é agindo como Bela que descobrimos onde se escondem os tesouros do mundo.
No conto a Bela e a Fera, escrito pela francesa Gabrielle-Suzanne Barbot e publicado pela primeira vez em 1740, traz a temática da aparência. Um lindo e nobre príncipe que se achava superior às outras pessoas, negou abrigo a uma senhora maltrapilha e feia que lhe ofereceu uma rosa em troca de ajuda. A velha, sentindo–se humilhada transformou-se numa linda e jovem feiticeira. Ao vislumbrar a beleza da bruxa, o jovem pede perdão, mas o arrependimento é tardio: ela o transformou numa fera horrenda, a qual as pessoas teriam medo e repulsa.
O que a feiticeira fez foi exteriorizar o interior do rapaz, que na verdade, não era belo, pois seus sentimentos não tinham nobreza. Ele era vaidoso, egoísta e fútil.
Bela, a personagem que divide a protagonista do enredo, pede ao seu pai, que parte em viagem, que lhe traga uma rosa. Passando pelo castelo, seu pai apanha a rosa e é preso pela Fera. Ao descobrir a situação de seu paizinho, ela decide libertá-lo, ficando em seu lugar.
A Fera se apaixona por Bela e, com o passar do tempo, a própria Bela começa a perceber que a Fera podia ter um bom coração. Desfecho: eles se apaixonam e, ao descobrir o amor, a Fera transforma-se num lindo príncipe. Agora belo por dentro e por fora.
Esse conto nos convida a refletir sobre o “TER e o “SER”. Muitas pessoas não se dão conta de que há uma diferença enorme em ter e ser... Ter, se refere às coisas materiais, que podem, a qualquer momento, serem arrastados pelo vento. Ser, é algo muito mais fundamentado, se refere às coisas inegociáveis: saúde, amor, amizade, alegria, fé...
De nada vale ter dinheiro, imóveis, fazer viagens, quando não se aproveita ou valoriza as verdadeiras belezas da vida. A existência é tão grandiosa, que temos por obrigação, todas as manhãs, levantar, olhar para o céu e agradecer pela oportunidade de estarmos vivos e de vivermos num mundo cheio de belezas.
A beleza e a riqueza são coisas que nascem dentro da gente e não podem ser compradas ou comparadas às coisas perecíveis.
Todos nós somos um pouco Bela e um pouco Fera, mas é agindo como Bela que descobrimos onde se escondem os tesouros do mundo.
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Enviado pela autora
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