Viver de vagares, divagações, dias augustos, outros de angústias, dispersivos, circunspectos, ora reclamando, ora comemorando, farto de ilusões e desilusões. Eis a crônica da vida desde o berço.
E pensamos saber tanto. Sabemos nada. Lá na frente num belo dia o pouco que sabemos apagará da lousa da memória. Fim de uma história. As vitórias nos anais, as perdas esquecidas, os saberes buscados, lauréis conquistados. Conhecimentos consagrados.
Mas conhecimentos - para que tantos? Para armazenar nas prateleiras, nos labirintos do ser? A verdadeira validade do saber sabido é tê-lo socializado de forma universal, repassando a tantos e quantos.
Ademais, é a boa maneira de deixarmos nossas marcas, pensamentos e realizações. Como disse a escritora Tuth Ginsber, "A pessoa não vive apenas para si mesma mas para sua comunidade".
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