sexta-feira, 8 de junho de 2018

Faustino da Fonseca Junior (Livro D’Ouro da Poesia Portuguesa vol. 4) III


TEMPESTADE E BONANÇA

Soprava rijamente o vento Norte
E caía um terrível aguaceiro;
Enorme escuridão, lembrava a morte...
Mas não descria o rude marinheiro!

Rugia o mar e ao sofrer o corte
Da proa revoltava-se altaneiro,
Varria o tombadilho. Sempre forte
Ia o vapor correndo audaz, ligeiro.

Ecoava o trovão. Mas de repente
Ao vendaval sucede-se a bonança,
O nevoeiro esvai-se lentamente,

A chuva para, o oceano amansa;
O sol mostra seu disco reluzente,
Nos rostos pairam os sorrires d'esp'rança.

AS ESTRELAS

Da minha alegre janela
Vejo uma nesga do céu;
É noite serena, bela,
Espaireço o olhar meu,

A contemplar as estrelas
Que cintilam diamantinas,
Recorda-me sempre ao vê-las
Tuas graças peregrinas.

Que queres, pois se te não vejo,
Como outrora, na varanda
Trocando frases amantes?

Por isso mando-te um beijo
Na briza suave, branda,
Fitando os astros brilhantes.

CEMITÉRIO

No cemitério alvejam mausoléus
De pedras rendilhadas e custosas;
Elegantes, guindados coruchos;
Epitáfios, legendas caprichosas.

Ali jazem os ricos. Nas pomposas
Inscrições se vai ler os nomes seus.
Em outras campas só se veem rosas,
Goivos, martírios, contemplando os céus.

A jazida dos pobres. Trabalhando
Morreram e ali estão alimentando
A terra onde essas flores se vão nutrir.

Em quanto os outros distraídos, fúteis,
Viveram ociosos, sempre inúteis,
E nem sequer d'estrume vão servir!

A PROSTITUTA

A rua é miserável, suja, estreita,
Como um terrível antro criminoso,
E duma porta a prostituta espreita
O transeunte lubrico, cioso.

É repelente, quanto mais enfeita
O cabelo postiço e untuoso.
Teve ilusões, quem sabe, hoje desfeita,
A graça desse rosto alvar oleoso,

Veio cair naquele lodaçal
Onde se espoja torpe, embriagada,
Até ir decompor-se no hospital

Se o amante que tem a desgraçada
Não lhe der caridoso, bestial,
O descanso pra sempre á navalhada.

AMOROSO

Eu amo-te, amo-te tanto
Talvez não saibas o quanto
Meu coração fazes pulsar;
Talvez não saibas, ó linda,
Como a tua graça infinda
Me faz viver para amar.

Amo-te a face formosa,
Amo-te a boca de rosa,
Amo-te o negro cabelo,
Amo-te o gesto mavioso,
O sorrir casto e bondoso,
O olhar gracioso e belo.

Adoro-te a singeleza
Que é engaste da beleza,
Amo-te o lindo rubor
Com que te purpurizaste,
Quando tremula escutaste
As juras do nosso amor.

Encontrei-te, o meu coração
Satisfez a aspiração
E tenho um novo viver.
Acho mais belos os prados,
Os tons do sol mais dourados,
Em tudo o amor julgo ver.

Oh! se o teu amor assim
For tão ardente por mim,
Não haverá nada igual
Á pura felicidade
Dos dias da mocidade,
Ao meu risonho ideal.

A CARIDADE

I

Caridade, quem és! Quem te inventou?
Para que serves, quais os meios teus,
A tua agencia, assim, quem t'a arranjou,
Para que vens falar-nos sempre em Deus!

Em Deus! Quando o universo ele criou
Legou a alguém riquezas ou troféus!
Quais foram os brasões, que bens doou?
Venderia indulgencias lá dos ceos?

Mentes, que nunca fez separações,
Nem fez a fome nem as privações,
O mundo concedeu á humanidade.

Mas como é que ha então ricos e pobres?
Como é que existem os plebeus e os nobres?
Que significas pois, ó caridade?

II

Rebanhos a pastarem nas campinas,
As aves a cruzarem-se no ar,
O serpear das águas argentinas,
Os frutos a dourarem no pomar;

A pureza das auras matutinas,
Os dias que o bom sol nos vem dourar,
As flores acetinadas, purpurinas,
As poéticas noites de luar;

Os campos no sorrir da primavera,
A selva, as fragas onde vive a fera,
O universo em toda a imensidade,

Nunca foi concedido por herança.
Era pra humanidade a esperança
De um dia conquistar a felicidade.

III

Os maus, porém, puderam com presteza
Empolgar o que a todos pertencia.
O sangue era direito a uns -Nobreza -
E aos d'hoje o dinheiro - A burguesia - 

E foi assim que os bens da natureza,
Que o criador a todos concedia,
Se viram disputados com fereza,
Se viram empolgar com ousadia.

E apareceu a fome. Então aos pobres
Os ricos atirando com uns cobres
Inventaram um Deus de caridade.

Mas haverem lutar, embora custe,
Depor de todo a Caridade-embuste.
Hastear a bandeira da Igualdade!

Fonte:
Faustino da Fonseca Júnior. Lyra da mocidade Primeiros versos. 
Angra do Heroísmo/Portugal, 1892

Nilto Maciel (As Pontas da Estrela)

Os bêbados de Palma ainda diziam besteiras em torno do parto feliz e inesperado da Beata, quando no bar de Pedro Mateiro entrou, correndo, a figura agitada e esvoaçante de Bemtevi, suado e assustado.

– Que aconteceu, homem de Deus? Alguma desgraça?

– Diga logo: caiu alguma igreja?

O novidadeiro encostou-se na parede, acocorou-se e sentou-se no chão sujo de cusparadas e cinzas de cigarro. Deu três suspiros e se disse curado da carreira. Abriu a boca para contar as esperanças dos outros. Nenhuma palavra disse, como a deixar que as badaladas da meia-noite penetrassem no seu assombro. Os grandes relógios das igrejas e os cucos dos sobrados mais uma vez se confundiam na babel do tempo.

Nem bem o alto-falante irradiou o cântico da ave-maria, o sol aquela poça de sangue medonha em cima da serra, a notícia do parto da Beata encheu de luto as ladeiras de Palma. Depois, um ventinho frio inundou o ar de pedaços de bilhetes comprometedores, cartas amorosas e outras fúteis anotações, a anunciar a Pedro Mateiro mais uma rodada.

– O menino nasceu...

– De novo?

As garrafas gargalharam nas prateleiras e o polvo de Palma despertou, com seus mil braços a agitarem-se nas janelas.

– Nasceu com uma ...

– Cabeça?

– Não, uma estrela.

Pedro saltou o balcão e se uniu aos bêbados. E todos beberam e pediram cigarros a Pedro. Bem perto e bem longe do bar, janelas e portas se abriram, de repente. Alvoroçavam-se as ruelas de Palma, escura e misteriosa.

– Deixe de doidice, rapaz.

– É verdade, uma estrela bem na testa.

Nenhuma mentira durava mais de um dia na cidade e o padre toda madrugada gritava endemoninhado contra os luxuriosos e levantadores de falso. As velhinhas tremiam sobre os sofridos joelhos e desmaiavam.

Não podia ser. Explicasse a coisa direito. Quem já tinha visto nascer uma pessoa com uma estrela na testa?

– Dizem que é uma estrela de cinco pontas.

– E é ruim?

Como podia saber uma coisa daquelas? Por acaso se chamava Camões ou Cego Aderaldo? Além do mais, não tinha certeza do número exato de pontas. Uns falavam em cinco, outros em seis.

A cada palavra, mais se complicava o narrador. Quiseram saber então qual a pior das estrelas, se a de cinco ou a de seis pontas.

Também isso não sabia explicar Bemtevi. Além do mais, a cada hora nascia mais uma ponta. Sim, pela última informação, já eram dez.

– O que será isso, meu Deus?

– Não sei. Só sei que, quanto mais se contam as pontas, mais elas são.

Abandonaram os copos os bebedores, persignaram-se todos e, ajoelhados, rezaram aos pés do balcão.

– Maldição!

– Obra do Capiroto.

Na calçada, Bicudo dormia desde a boca da noite. A primeira notícia abateu-se sobre sua embriaguez como uma marretada: mais duas talagadas e a baba escorreu e os olhos se cerraram. De novo tombou sobre si mesmo, a maldizer-se. A meia-noite despertou-o do sonho de amor. E ouviu estrelas e retomou o fio perdido da meada.

– É o filho de Efigênia?

– E do gringo.

– Podia ser do padre, do padre podia ser. Ou do sacristão, de algum cristão. Ou era filho do cão?

– Homem, não diga isso.

Lembraram-se do fenômeno da estrela na testa. Como podia ser essa tal estrela? Cheia de pontas, brilhante, rosário de contas, cintilante?

Um dedo apontou para o Cruzeiro do Sul e todos os olhos bêbados dançaram no céu estrelado.

– Amarela?

Não se sabia bem a cor. Falou-se primeiro na cor do ouro. Outras cores do arco-íris, porém, já andavam de boca em boca.

– Então não é uma estrela.

Quem ali sabia os mistérios do céu?

– É muito pequena?

– Do tamanho de uma testinha?

Se nada sabia Bemtevi, por que jurava ser uma estrela aquilo que podia ser uma lágrima, talvez um pingo d’água, insignificante grão de areia? Deixasse então de mistérios, ou não dissesse mais nada.

E Bicudo propôs fossem ver o menino.

Não podiam. A casa permanecia fechada a quatro chaves. Do lado de dentro, só a Beata e a parteira, e o menino com sua estrela.

Pedro coçou a cabeça, contou seus bêbados e olhou para a rua por cada uma das portas.

– Você viu o menino?

Fonte:
Nilto Maciel. Babel (contos). 
Brasília/DF: Editora Códice, 1997.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Trova 303 - Jorge Fregadolli (Maringá/PR)


Gislaine Canales (Glosas Diversas) 5


VIVE O SONHO

MOTE:
Se a vida é sonho fugaz,
vive o sonho bem vivido,
que o remorso vem atrás
de cada instante perdido.
Carolina Ramos

GLOSA:
Se a vida é sonho fugaz,
vive e sonha essa alegria,
inventa outro sonho e faz
mais feliz teu dia-a-dia!

Ao romper de cada aurora,
vive o sonho bem vivido,
não lamentes teu outrora...
que ele não volta, é sabido!

Sonhando, tu saberás
que, viver bem, é preciso,
que o remorso vem atrás
de um só momento indeciso!

E colhe os frutos da estrada,
volta, mesmo sem ter ido,
pra não te sentir culpada
de cada instante perdido.
_________________________

VELHINHO SORTUDO

MOTE:
A cabecinha de prata,
do velhinho quedo e mudo,
de amores de longa data
no seu silêncio diz tudo.
Alceu Gouveia

GLOSA:
A cabecinha de prata,
de um prateado tão bonito,
parece que nos relata
seus anseios de infinito!

No pensamento reluz,
do velhinho quedo e mudo,
a mocidade, que em luz,
ele relembra a miúdo.

E essa lembrança desata
as mil histórias sem fim
de amores de longa data
que um dia viveu, enfim...

E num sorriso matreiro
esse velhinho sortudo
sem falar, segue faceiro...
no seu silêncio diz tudo.
_______________________________

BATEU-ME À PORTA

MOTE:
Ternura bateu-me à porta,
com simplicidade entrou
e aquela ilusão já morta,
aos poucos, ressuscitou!
Beatriz Castro

GLOSA:
Ternura bateu-me à porta,
com grande delicadeza...
A ternura nos conforta,
põe fim a nossa tristeza!

Ao ver a porta se abrindo
com simplicidade entrou.
Na taça do amor, eu brindo,
e acariciá-la, então, vou.

Muito amor ela transporta
recarregando a emoção,
e aquela ilusão já morta,
revive no coração!

Nos sonhos que dormitavam,
em silêncio se instalou,
e um por um, dos que lá estavam,
aos poucos, ressuscitou!
___________________________________

CASCALHOS

MOTE:
Pisei cascalhos e espinhos...
mas firme, em minhas andanças,
com as pedras dos caminhos
fiz castelos de esperanças.
Edmar Japiassú Maia

GLOSA:
Pisei cascalhos e espinhos...
vi sangrarem os meus pés
seguindo nos descaminhos,
transpondo triste revés...

Continuei minha jornada,
mas firme, em minhas andanças
procurei encher meu nada
com minhas simples lembranças!

Lapidei com meus carinhos,
o que antes era cascalho,
com as pedras dos caminhos
eu construí meu atalho!

Segui, adiante... risonho...
E renovando as alianças,
para a prisão do meu sonho
fiz castelos de esperanças.

Fonte:
Gislaine Canales. Glosas. Glosas Virtuais de Trovas VI. 
In Carlos Leite Ribeiro (produtor) Biblioteca Virtual Cá Estamos Nós. 
http://www.portalcen.org. abril de 2003.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Dinah Silveira de Queiroz (História de mineiro)

Estou sabendo de uma historinha que bem valia um conto e feito por quem a narrou, o contista que anda arrebatando todos os prêmios dos concursos em que se inscreve: Edson Guedes de Morais. É um caso de mineiro. Trata de gente pobre e de filho que veio trabalhar no Rio, prosperou e um dia mandou uma carta ao pai: 

Meu pai: com a graça de Deus, posso dizer que já tenho economia suficiente para pretender realizar qualquer sonho seu. Minha maior felicidade estará em poder propor : que possa fazer para alegrá-lo? 0 que mais desejaria na vida? Tenho pensado muito em sua luta de sacrificado e não me lembro de tê-lo ouvido falar sobre qualquer aspiração. Não se acanhe, papai, mande dizer se o senhor quiser alguma coisa." 

Lá da cidadezinha das Minas Gerais veio uma carta. Daquele homem religioso, devoto de Nossa Senhora Aparecida, austero, confiando nos seus deveres e trabalhos: o homem que jamais manifestara ao filho o seu desejo de possuir, por exemplo, um carro, ou ter um negócio só seu, ou, no mínimo, de adquirir uma lavadeira automática para desafogar o trabalho da mulher : 

— "Meu filho, com a graça. de Deus, todos vão com saúde. Não me falta nada. Assim como vivo, vivo bem. Mas se você quiser saber de um desejo que sempre tive fique sabendo agora que toda a vida quis ver o mar. É só isso, meu filho, mais nada." 

Tão pouco lhe pedia o pai ! Mandou-lhe o filho a passagem, depois de ter escolhido um bom hotelzinho na Tijuca, frequentado por gente de pequenas posses, mas pessoas escolhidas — só família, enfim. E o velho chegou com a alegria de ver o filho que realizara o que inúmeras gerações de sua gente não haviam conseguido: ter dinheiro sobrando. Vieram as efusões, as lágrimas. O primeiro dia passou, e, logo no segundo, o filho veio buscar o pai: 

Papai, vista-se que eu vou levá-lo a Copacabana. Está na hora de realizar o desejo." 

0 velho olhou-o piscando meio trêmulo: 

— "Hoje, não. Quero visitar a prima Carlota, que mora aqui perto. Amanhã eu vou". 

Chegou amanhã, e o pai, sempre tremendo e piscando, disse que não se sentia bem para ir a Copacabana. No terceiro e no quarto dias também, afirmou que não podia ir e que queria comprar uma lembrancinha para a mulher e para a filha. Alguns dias decorreram e o grande encontro entre o mineiro e o mar foi sendo protelado. Já, então, o filho estava meio triste com aquela estranha atitude do pai e, afinal, desabafou: 

— "Parece que o senhor não está querendo mesmo ir ver o mar! Desde que chegou aqui não encontra um dia para realizar aquilo que afirmou ser o único desejo de sua vida!" 

0 pai chegou a pegar o chapéu, passou a mão no ombro do filho mas estava tão perturbado, que desta vez, realmente, parecia doente. 

— "Meu pai, o que é que o senhor tem? O que há?" 

O velho mineiro, de olhos nublados, hesitou. Por fim, largou o peso da verdade de uma vez : 

— "Acho uma coisa tão maravilhosa poder ir ver o mar que quero entregar a Nossa Senhora o meu sacrifício. Meu filho, não se zangue. Vou voltar hoje mesmo para casa sem ir a Copacabana". 

— "Mas por que, meu pai? Por quê? Nem Nossa Senhora vai aceitar esse seu sacrifício. Todo mundo vê o mar todo dia. Gente há que nem liga, passa pela praia e nem volta o rosto para ele..." 

Mas, a essa altura, o velho já ia juntando os seus trens. Nesse mesmo dia voltou para sua cidade das Minas Gerais, levando em sua imaginação a ideia do abismo de assombro que ele jamais encontraria. 

Fonte:
Dinah Silveira de Queiroz. Quadrante 2. 
RJ: Editora do Autor, 1968.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Mário Quintana (A Idade de Ser Feliz)


Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. 

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. 

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. 

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. 

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa. 

6ª Etapa do Concurso do Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor (Breve)

A União Brasileira de Trovadores, Seção de São José dos Campos, Estado de São Paulo, Brasil, tem a honra e o dever de vir comunicar e convidar a todos, em continuação, para a 6ª Etapa do Concurso do Projeto de Trovas Para Uma Vida Melhor, cujo objetivo sempre foi e continua sendo a divulgação de princípios e valores universais e humanitários por meio desta modalidade poética: a Trova que os senhores trovadores tão bem têm demonstrado. 

Vamos iniciar essa 6ª ETAPA desenvolvendo e fortalecendo princípios e valores que falam sobre o que há nos cotovelos da vida. Não apenas nos cotovelos das ruas de cada um, como as surpresas, as crises, os desafios, que pedem criatividade, compromisso, mudança, respeito.

Aguardem a publicação dos critérios e o cronograma, o calendário. . .

Atenciosamente,
Maria Inez Fontes Ricco
Presidente da União Brasileira de Trovadores
Seção de São José dos Campos - SP - Brasil

domingo, 3 de junho de 2018

Antologia Literária Uma Flor que se Chama Poesia (Inscrições até 29 de Junho)

INSCRIÇÕES APENAS PELA INTERNET

Realização:
Editora Brasil Casual
www.editorabrasilcasual.com

A Coordenação de eventos da Editora Brasil Casual lança nesta data o Edital da Antologia Literária UMA FLOR QUE SE CHAMA POESIA, que selecionará textos para publicação, observadas as especificações constantes deste Edital.

O prazo de inscrição para a participação na Antologia é até 29 de Junho de 2018, mediante o encaminhamento dos textos à Coordenação de Evento POR E-MAIL, conforme disposto no item 2 deste Edital.

1 DO OBJETO

1.1. O presente Edital tem como objeto a publicação de obras literárias, na modalidade Poesia, observadas as especificações abaixo, objetivando selecionar e destacar trabalhos com qualidades literárias.

Não haverá seleção. Os trabalhados que atenderem aos dispostos neste Edital serão aceitos e publicados.

1.2. R$ 100,00 (Cem reais) = Participação com duas poesias + Página para biografia e fotografia.

Tendo direito a 5 Exemplares da Antologia + Envio gratuito via correios para o endereço indicado no ato da inscrição + Participação no lançamento com Jantar/Sarau Poético que ocorrerá em 15 de Dezembro em Aracaju, conforme o item 6 deste edital.

PARA ADQUIRIR EXEMPLARES EXTRAS BASTA ADICIONAR + 10,00 (PREÇO DE CAPA, PROMOCIONAL) POR CADA EXEMPLAR.

1.3. Os trabalhos terão TEMA LIVRE, não havendo necessidade de serem inéditos.

2 DAS INSCRIÇÕES

2.1 A inscrição para participar da Antologia dar-se-á mediante encaminhamento das obras literárias + biografia, foto e comprovante de taxa de inscrição para o e-mail: editorabrasilcasual@gmail.com

2.2 No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar, além do comprovante de pagamento da taxa de inscrição (depósito na Caixa Econômica Federal (ou Casas Lotéricas) – ag. 2186 conta 1332-3 poupança, em nome de Emerson Maciel Santos), duas poesias com até 25 versos (cada) + biografia e foto.

2.3. As poesias deverão ser enviadas digitadas em Word, fonte Ariel, tamanho 12. Uma poesia por página. Em outra página devem constar biografia e fotografia. Não esquecer de informar, no corpo do e-mail, o endereço para o qual os livros deverão ser enviados.

3 DA PARTICIPAÇÃO

3.1 A ANTOLOGIA UMA FLOR QUE SE CHAMA POESIA da Editora Brasil Casual - Edição 2018 é de abrangência internacional e aberto a todo escritor que produza em língua portuguesa.

3.2. Os autores deverão ser maiores de 18 anos de idade, QUANDO NÃO, precisará enviar autorização de um responsável.

4 DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES

4.1 Aos Autores será assegurado o reconhecimento dos direitos autorais dos trabalhos publicados, atendendo às especificações contidas neste Edital, permanecendo proprietário (a) de seus direitos para quaisquer outros usos que não os aqui especificados;

4.2 Os autores, ao se inscreverem na presente antologia, concordam com a cedência de nome e imagem à Editora Brasil Casual para fins promocionais deste certame.

4.3 À Comissão Organizadora compete promover a divulgação deste Edital nos meios de comunicação e nos endereços eletrônicos www.emersonmaciel.com.br ewww.editorabrasilcasual.com e publicar os textos selecionados, de acordo com as especificações constantes neste Edital.

5. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

5.1 O ato de inscrição implica no conhecimento e concordância com os termos estabelecidos no presente Edital, sendo que os casos omissos serão decididos pela Comissão Organizadora.

5.2. Eventuais pedidos de esclarecimento deverão ser encaminhados ao endereço eletrônico editorabrasilcasual@gmail.com ou por telefone: (79)9 9900-1218 (vivo), 9 9148-0461 (TIM).

5.3 O descumprimento das obrigações e regras constantes do presente Edital, pelos participantes, implicará na eliminação imediata desses do certame.

6. DO LANÇAMENTO

6.1. O lançamento da Antologia será em Aracaju no dia 15 de Dezembro 2018 e contará com a presença de representantes de várias academias literárias. Será servido um jantar e terá a realização de um SARAU POÉTICO. A previsão é que a tiragem mínima seja de 500 exemplares.

6.2. Cada autor poderá comparecer ao local do evento (a ser confirmado) com até 3 acompanhantes.

Havendo necessidade de mais acompanhantes, o autor poderá solicitar à organização um número maior de acompanhantes.

Aracaju, SE 23 de Março de 2018
Emerson Maciel Santos
Editor-chefe

Fonte: email da Editora Brasil Casual